Animais explorados para entretenimento

No mês de maio, rodeios são proibidos em diversas cidadesCircos, zoológicos, aquários, touradas, rodeios, vaquejadas, farra do boi, caça, pesca, corridas de cavalos … todas estas práticas utilizam animais contra sua vontade.  Assiste-se ou participa-se delas porque são consideradas diversão e entretenimento. São promovidas principalmente por interesses financeiros daqueles que lucram com a exploração animal e defendidas como atividades esportivas, culturais ou artísticas. Mas nada disso justifica impor a outros seres sofrimento, confinamento e morte.

O uso de animais para entretenimento é apenas mais um exemplo de especismo, ou discriminação baseada em espécies, uma mentalidade que permite que aqueles fora da nossa espécie sejam vítimas de preconceito que sobrepõe até mesmo os nossos interesses mais triviais aos seus.

No passado, arenas romanas usavam elefantes, humanos, tigres e muitos outros animais para oferecer violência e morte como entretenimento ao público. Até pouco tempo atrás as rinhas de animais, lutas violentas que resultavam em ferimentos graves ou morte, eram permitidas no Brasil. Essas formas de entretenimento foram finalmente rejeitadas pela maioria da sociedade, mas ainda há muitas a se questionar e eliminar. Varias delas nos chamam a atenção ou provocam indignação; outras parecem “normais”, mas como com as arenas romanas e as rinhas, um dia elas também serão vistas como formas de entretenimento inaceitável.

Há muitas maneiras de entreter-se sem causar danos aos outros. Podemos ir a circos sem animais, cinemas, teatros, shows, exposições, dançar, ler, praticar ou assistir a esportes que não explorem animais… as possibilidades são quase infinitas.

Com informações de Igualdad Animal

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