Jornal britânico entrevista Canibal de Garanhuns: “carne humana não é diferente de bife”

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A carne das vítimas era usada no preparo de empadas, vendidas a pessoas desavisadas

“Ele é um dos assassinos mais famosos do mundo, que impiedosamente massacrava mulheres jovens antes de jantar sua carne – salteada com cebola e orégano, ou cozida com legumes num guisado.”

O Jornal Daily Mail entrevistou o canibal de Garanhuns, onde ele relata com detalhes perturbadores como matava, preparava e se alimentava de suas vítimas com a ajuda de sua esposa e de sua amante.

Quando questionado sobre seu gosto por carne humana, disse: ‘Carne humana, para mim, não é diferente de bife. Ela tem o mesmo gosto e a mesma consistência suculenta. Não é mais gostosa do que carne (de boi), mas também não é menos gostosa.’

Os guardas da prisão contaram ao jornalista como Negromonte é bem-humorado com seus companheiros, e brinca que gostaria  de trabalhar no preparo de alimentos na cozinha da prisão.

Negromonte, ex-professor universitário, criou um culto macabro onde acreditava que comer a carne das vítimas o purificava do pecado do assassinato.

Ele também deixa claro que enxergava suas vítimas como pessoas inferiores, de quem ele estava livrando o mundo.

A reportagem compara o canibal ao personagem do filme ‘Sweeney Todd’, por usar suas vítimas no preparo de tortas de carne e, em seguida, vendê-las a clientes desavisados em Garanhuns, nordeste do Brasil.

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