Mais de 160 mil animais foram vendidos no Chile para uso em experiências em 2014

Projeto de lei visa proibição do uso animais em pesquisa para cosméticos

Os testes em animais ou experimentação “in vivo” é o uso de animais não-humanos em experiências científicas. Estima-se que no mundo são usados entre 50 e 100 milhões de animais vertebrados (de peixes-zebra a primatas não-humanos) para pesquisa de diferentes produtos (de medicamentos a cosméticos) antes que eles possam chegar ao mercado.

No Chile, de acordo com os dados obtidos pelo grupo animalista No Mas Vivisección, em 2014 161.733 animais foram vendidos para esses fins, um aumento de 5,57% em relação a 2013.

Os dados solicitados pelo grupo através da Lei de Transparência do Instituto de Saúde Pública, a instituição responsável pela comercialização destes animais, confirma que entre 2013 e 2014, aumentou em mais de 8 mil a quantidade de exemplares utilizada em experimentos.

A entidade explica que a cada ano busca tornar essa informação pública “para que estes números sejam um sinal de alarme para se reafirmar a oposição aos experimentos com animais e para a falta de conhecimento sobre o assunto entre o público em geral”.

“Enfatizamos a necessidade de sensibilizar as novas gerações dedicadas à ciência a produzir mudanças, incentivando a pesquisa e implementação em suas áreas de estudo, cujo desenvolvimento abandone em seu curso o uso de animais para resultados ideais e específicos a nossa espécie”, afirmaram os animalistas.

O relatório afirma que as espécies usadas incluem porquinhos da índia, coelhos e camundongos.

Fonte: Publimetro

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