Giorgio Armani declara fim do uso de pele de animais

Mas a mudança é parcial e não eliminará todos os tipos de peles, pelos e couro

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Dezenas de itens de couro e outros produtos de origem animal continuam a ser comercializados no site da grife

A Armani, que detém várias marcas de moda de luxo, emitiu uma nota onde anuncia que todas as suas empresas e marcas deixarão de usar peles de animais, afirmando que o uso de peles é uma prática cruel e desnecessária, e que o avanço tecnológico permite infinitas possibilidades aos designers de moda.

Entretanto, ainda que afirme que suas coleções a partir de agora estarão “livres de peles”,  na mesma declaração encontra-se uma nota de rodapé esclarecendo que a mudança é seletiva, limitada a algumas espécies de animais ou determinadas condições de extração: “a política livre de pele não inclui produtos de peles provenientes de certos tipos de animais que devem ser entendidos como normalmente um subproduto do comércio de carne, ou de outra indústria. No entanto, se o grupo obtém informações de que os animais estão sendo mortos principalmente por sua pele (em geral ou especificamente em produtos de pele), vamos escolher evitar esses produtos sempre que possível. ”

Os produtos que continuarão a ser utilizados, incluindo couro, pele, pelo, etc. são os derivados de ovelhas, vacas e bezerros, cavalos e pôneis, bodes e alpacas.

Clique aqui para acessar a declaração no site da empresa

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