Novo Guia Alimentar do Ministério da Saúde reconhece que a alimentação vegetariana estrita é viável

guia-alimentarO novo Guia Alimentar do Ministério da Saúde, principal referência para políticas públicas no Brasil em relação à alimentação, reconhece que a alimentação vegetariana estrita é viável.

O reconhecimento é parco mas já representa um avanço:

“Por diversas razões, algumas pessoas optam por não consumir alimentos de origem animal, sendo assim denominadas vegetarianas. A restrição pode ser apenas com relação a carnes ou pode envolver também ovos e leite ou mesmo todos os alimentos de origem animal. Embora o consumo de carnes ou de outros alimentos de origem animal, como o de qualquer outro grupo de alimentos, não seja absolutamente imprescindível para uma alimentação saudável, a restrição de qualquer alimento obriga que se tenha maior atenção na escolha da combinação dos demais alimentos que farão parte da alimentação”.

O guia também menciona os impactos ambientais do consumo de produtos de origem animal: a emissão de gases do efeito estufa, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens, o uso intenso de água, a poluição e contaminação ocorrida pelos dejetos dos animais e pelo uso de antibióticos, os prejuízos causados pelas monoculturas, agrotóxicos e fertilizantes. Entretanto, o reconhecimento e recomendação se restringem à redução de consumo destes produtos e não sua abolição.

A dieta vegetariana estrita já é reconhecida há anos por diversos conselhos e  instituições de nutrição internacionais, como sendo saudável e viável para qualquer pessoa, em qualquer fase da vida.

Clique aqui para acessar a nova versão do Guia Alimentar do Ministério da Saúde.

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