Manifestação e Resgate de Animais No Instituto Royal – 19/10

Manifestação e Resgate de Animais No Instituto Royal - 19/10Hoje pela manhã ( 19/10) , manifestantes reuniram-se a para protestar contra os testes em animais realizados pelo Instituto Royal, exigindo uma vistoria no local para identificar se haviam mais animais. A empresa conseguiu uma liminar na justiça para manter os ativistas a uma distância de 5 km. O protesto começou às 10h e antes deste horário policiais já estavam posicionados a 1 quilômetro do instituto, de modo a impedir que alguém chegasse perto do local.

A polícia negociou e pediu que uma comissão de cinco pessoas fosse formada para uma reunião com representantes do lnstituto. Antes de qualquer negociação, porém, integrantes do movimento romperam a fita de isolamento.

A Tropa de choque da Polícia Militar foi reforçada em São Roque e atacou os manifestantes. Dois carros da TV Tem e uma viatura da PM foram depredados e incendiados.
Alguns ativistas afirmam que aqueles incitaram o incêncio aos carros da emissora de TV se tratavam de policiais disfarçados.

Policiais dispararam tiros com balas de borracha e bombas de gás contra o grupo. Várias pessoas foram atingidas e passaram mal devido ao efeito do gás lacrimogêneo, inclusive crianças e idosos.  De acordo com o Midia Ninja, que transmitia ao vivo a manifestação, o número chegou a mais de 2.000 pessoas. A Rodovia Raposo Tavares chegou a ser interditada.

As informações divulgadas pela imprensa em geral atribuem a responsabilidade pelo início dos confrontos aos manifestantes, mas de acordo com os próprios manifestantes muitas foram as tentativas de restabelecer a paz, enquanto a polícia respondia com violência.

O grupo Advogados Ativistas relata em sua página no Facebook : “Estavamos negociando a tranquilidade da manifestação no Instituto Royal quando fomos surpreendidos por bombas e balas de borracha. O choque avançou em mulheres, idosos, crianças, e atirou em advogados identificados no exercício da profissão.
O Advogado Ativista, André Zanardo foi atingido por um tiro de bala de borracha. Posteriormente o Advogado de forma pacifica questionou a atitude da policia e requereu ao capitão os nomes dos PMs que portavam armas projéteis, neste momento foi dada a ordem de prisão sem fundamento legal para o Advogado.  Não foi garantido o direito de um representante da Ordem dos Advogados do Brasil. Estamos sendo presos no exercício legal da profissão.”

Informações: G1 Cruzeiro do SulAA   Foto: Tribuna Hoje

Imagens da manifestação:

 

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