PL quer tornar rodeios e atividades relacionadas em patrimônio cultural imaterial do Brasil

Rodeio de Limeira cancela provas de montaria após proibição da JustiçaProjeto de lei visa considerar como patrimônio cultural imaterial do Brasil as montarias, provas de laço, apartação, bulldog, provas de rédeas, provas dos Três Tambores, Team Penning e Work Penning, vaquejada, paleteadas e outras provas típicas, tais como “Queima do Alho” e “concurso do berrante”, bem como apresentações folclóricas e de músicas de raiz.

Segundo o Deputado Capitão Augusto do PR, “as atividades dos rodeios provém do trabalho das fazendas, tendo sido transportado o que era praticado na zona rural para as arenas e transformado em esporte, com regras, nas quais o ‘bem-estar’ animal é prioridade máxima. De acordo com o parlamentar, estima-se que acontecem mais de 2.000 rodeios em todas as regiões do país. O público pagante é estimado em 24 milhões – bem acima do futebol, o que, para ele, demonstra sua importância e vinculação com a cultura do povo brasileiro.”

 

Através do site Vote Na Web, você pode se manifestar contra a aprovação do projeto de lei. Clique em NÃO e deixe sua opinião.

 

Diga não aos rodeios

Rodeio é uma atividade criminosa, que visa diversão e lucro às custas de sofrimento e exploração animal.

O grupo ULA (União Libertária Animal) contesta os argumentos mais utilizados por quem defende os rodeios:

 “Rodeio é esporte”

Animal não é atleta. O animal não está ali voluntariamente. Animal também não é equipamento esportivo.

“Rodeio é cultura”

Se tudo que é cultural for mantido, viveremos na época dos bárbaros, a época das trevas. O apedrejamento de mulheres e o corte de seus clítores, poderá ser defendido por ser cultural. Até a escravidão de outros povos e raças poderá ser defendido. A escravidão de animais de outras espécies, não pode continuar sendo defendida por ser cultural. A cultura ruim deve ser questionada e abolida. Deve-se ocorrer uma evolução moral, e assim cultural. A ética e o bem deve prevalecer.

“Outros esportes, como o hipismo, também usam animais, e podem ser ainda mais violentos”

Qualquer violência, opressão e exploração deve ser combatida, e não justificada por outra. Um crime não justifica o outro.

“O animal só trabalha por 8 segundos”

Na industria do rodeios, o animal é um escravo. Portanto, fora do espetáculo, ele não vive livremente. Ele não vive para sua próprias razões. São mantidos em cárcere, em constante privação de sua vida natural. São insseminados artificialmente. Sofrem com deslocamentos de cidade para cidade. Sofrem nos treinamentos. Sofrem nos bastidores no evento, muito mais que na arena. Etc.

“O sedém não aperta os testículos do animal”

Isso é verdade. O sedém aperta o pênis no animal, na virilha. Uma região extremamente sensível.

“Muito animal de rodeio é melhor tratado que muitos outros”

Mentira! Os animais tem uma vida totalmente artificial, de privação, violência física e psicológica. Quanto a abrigo, comida e veterinário, são apenas recursos para mantê-los vivos. Animal não é máquina para precisar apenas de manutenção.

“Melhor no rodeio que no abatedouro”

Quando esses animais não “lhes servem” mais, são assassinados em abatedouros. Os animais em rodeios, só sofrem por mais tempo, até que tenham o mesmo fim.

“Quem é contra rodeio, não sabe do que está falando, pois nunca foi em um”

Não é necessário ir em um rodeio para imaginar o que o animal passa. Basta sentir respeito e empatia. No entanto, há diversos vídeos e fotos na internet, registrados por ativistas de Direitos Animais em rodeios. É comum ativistas irem a rodeios para registrarem os maus tratos para gerar material probatório para denúncia.

Leia mais sobre rodeios no site do ULA.

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