Por que amamos cachorros, comemos porcos e vestimos vacas – Vídeo

Imagine a seguinte situação: você é convidado em um jantar na casa de seus novos vizinhos. Aromas preenchem o ar e a conversa flui livremente. Seu vizinho emerge da cozinha com uma travessa fumegante . Você se serve de uma generosa porção de guisado e, depois de comer pedaços da carne, pede a receita. Ele responde, começamos com dois quilos e meio de carne de golden retriever, bem marinada e depois… Golden Retriever? Você congela no meio da mordida e reflete: a carne em minha boca é de um cachorro! Muitas ideias passam por sua cabeça, até que a sensação sobre a comida passe do prazer para um certo grau de repulsa. Mas vamos supor que seu vizinho ri e diz que estava brincando, e que na verdade é carne de vaca. Como você se sente agora? É provável que mesmo sabendo que o guisado no prato é o mesmo que comia a alguns instantes, você sentisse desconforto emocional residual e na próxima vez que ingerisse uma receita com carne, isso iria afetá-lo. Por que temos este tipo de reação?

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Book Trailer do livro “Por que amamos cachorros, comemos porcos e vestimos vacas”:

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